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Movimentos de câmera para vídeo com IA: push-in, órbita e dolly

Os termos de câmera que os modelos de imagem para vídeo entendem, o que cada um faz e para quais durações de clipe eles funcionam melhor.

Atualizado

Por que a câmera importa

Num clipe curto, o movimento de câmera conta a maior parte da história. Nomear um movimento claro dá ao modelo uma direção para cada frame e costuma gerar um movimento mais estável e cinematográfico do que descrever apenas a ação.

Push-in e pull-back

Um push-in lento (ou dolly-in) avança em direção ao personagem e aumenta a intensidade; combina com retratos de 5 segundos. Um pull-back revela o cenário e funciona bem no fim de uma cena de 10 ou 30 segundos. Acrescente “lento” para manter os rostos estáveis.

Órbita e travelling

Uma órbita circula o personagem e mostra a roupa ou o cenário de vários ângulos; mantenha-a parcial (“um quarto de órbita”) em 5 segundos. Um travelling acompanha uma pessoa caminhando pela lateral ou por trás e combina com clipes de 10 a 30 segundos.

Plano fixo, câmera na mão e grua

Um plano fixo deixa todo o movimento por conta do personagem, ideal para expressões sutis. A câmera na mão dá uma sensação natural, de rede social. Uma grua subindo ou descendo cria uma revelação dramática; use uma vez por clipe.

Combine câmera, ação e luz

Um padrão confiável é personagem + uma ação + um movimento de câmera + luz: “@Image 1 se vira para a janela, push-in lento, luz suave da manhã.” Evite empilhar vários movimentos (“órbita, depois zoom, depois panorâmica”) num clipe curto.

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